Reforma do IRC

Regressar aos posts »

Reforma do IRC

Implicações fiscais da reforma do IRC nas micro e pequenas empresas

No âmbito dos nossos serviços de consultoria fiscal para PME temos sido confrontados com a seguinte pergunta: de que modo a reforma do IRC pode representar uma redução da carga fiscal da minha empresa?

Assim, para responder a essa pergunta é fundamental procurar perceber se e de que forma, iremos pagar a redução da taxa base do IRC (de 25% para 23% em 2014, com o objectivo final de se fixar no intervalo entre 17% a 19% em 2016), se e de que forma, as PME irão compensar uma possível redução da receita do Estado com as grandes empresas e as consequências que estas alterações terão em cada uma das PME em concreto.

Embora a tão falada reforma do IRC tenha apenas sido aprovada na generalidade e tudo indica possa vir sofrer mais algumas alterações até à sua aprovação na especialidade, é de fundamental importância para as PME portuguesas terem, desde já, uma noção das implicações que essa reforma pode ter no seu futuro e no futuro do seu negócio. É bastante provável que algumas alterações de âmbito fiscal tenham consequências, a muito curto prazo, na vida das PME - após a referida aprovação na especialidade - deixando assim pouca margem às pequenas empresas para se adaptarem e efectuarem as opções fiscais mais racionais e aconselháveis a cada uma delas.

Desta forma, pretendemos ir dando conta de algumas alterações previstas na Proposta de Lei nº 175/XII referente à reforma do IRC, através de outros textos a publicar neste espaço.

 

Regressar aos posts »